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Amelices e outros estados de alma

50 e´s ainda à procura do sentido da vida.

50 e´s ainda à procura do sentido da vida.

Amelices e outros estados de alma

26
Out17

Sitiados e 25 anos


Beia Folques

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O que é bom, tem genialidade e qualidade é intemporal. Acho piada quando os meus filhos identificam uma música como sendo deles e eu já a ouvia bem antes de eles existirem, enfim já era minha. Os Sitiados é um exemplo dessas bandas que os jovens ouvem e as têm como actuais e de culto e já cá andam há décadas.

Ouvir música é daquelas satisfações que não prescindo. Ouvir os Sitiados é e foi sempre uma alegria. Não sou propriamente uma musicóloga , mas sei do que gosto e me dá prazer.

Fui surpreendida com a notícia que os Sitiados vão lançar uma reedição comemorativa de 25 anos, o primeiro álbum homónimo desta banda rock. Imaginem 25 anos depois, com mais de 20 temas extras, maravilha. Gostei da notícia, é sempre bom redescobrir e reinterpretar o que já conhecemos, antecipo momentos que serão bem passados.

Quem não sabe a letra “Esta vida de marinheiro” e a canta entusiasticamente ou mesmo a "O baile”, ou “Vamos ao circo”, “A noite”, “ A formiga no carreiro”. São músicas que nos ficaram na memória, e que as ouvimos com puro agrado. São músicas que puxam por nós, dificilmente ficamos estáticos ao ouvir Sitiados, exigem de nós movimento e inclusivamente somos convidados a ser coro. Músicas bem estruturadas, com ritmo, bem encadeadas, uma sonoridade com graça e jovialidade, que nos dispõem e ficamos bem com a vida.

A magia da música passa por nos dar o estado de espírito da mesma. E com os Sitiados o espírito é sempre positivo, com um laivo de sentido de humor. Ninguém fica indiferente a esta banda tão emblemática da nossa juventude e agora dos nossos filhos.

Será certamente uma prenda para dar este Natal a muita gente. Só espero que venha acompanhada com a versão em vinil.

 E como diria outro músico recordar é viver.

Obrigada Sitiados por não se esquecerem de nós.

 

blitz-Álbum de estreia dos Sitiados reeditado 25 anos depois

observador-João Aguardela: o miúdo do bairro “não queria saber onde era o fim”

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