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Amelices e outros estados de alma

50 e´s ainda à procura do sentido da vida.

50 e´s ainda à procura do sentido da vida.

Amelices e outros estados de alma

24
Abr18

Guiné Bissau, 25 de Abril de 1974.


Beia Folques

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Nesse dia estava na 3ª classe numa escola pública em Bissau. 

O dia iniciou-se como qualquer outro dia, fui para a escola normalmente. No caminho não havia nenhum desassossego, confusão ou mesmo agitação. Nada que nos indicasse o pesadelo que se iria iniciar dentro de poucas horas.

Já estava na sala de aula quando pensei que a guerra tinha invadido Bissau. Começou com sons estranhos, vozes altas depois olhando pela janela via-se uma confusão de jipes a subir e descer aquela rua com negros que já não se encontravam fardados e aprumados, que empunhavam armas com um ar perfeitamente ensandecido. Aos gritos coléricos, com uma postura agressiva e intimidante.

O que até então tinha sido uma gente cordata, simpática e próxima transformaram-se em gente hostil, rebelde, alterada e ameaçadora. Foi tudo tão inesperado e assustador.

Nem sei quem me foi buscar á escola e depois deduzo que fiquei fechada em casa até embarcar. Suponho que tenha vindo para Portugal Continental poucos dias depois. Realmente a última memória que eu tenho da Guiné foram os tumultos na rua, as feições carregadas na cara daquelas gentes vistas da minha sala de aula, o desvario total.

O meu horror foi tanto que não quis ouvir falar de África durante pelo menos uma década.

Nem África nem Africanos.

Talvez o que mais me custou no cimo dos meus 8 anos foi pelo muito que eu tinha-me esforçado para aprender a viver e a amar aquela terra com tantas limitações e constrangimentos, a adaptar-me aquela realidade tão diferente de todas as outras que eu já tinha experienciado. Onde tinha assistido a tanto sofrimento por parte de toda a família em especial da minha Mãe e nunca termos desistido dela, termos superado todos os obstáculos e essa mesma terra tinha-se tornado no meu mais profundo inferno de um dia para o outro.

O 25 de Abril de 1974 foi o dia em que perdi a minha inocência em relação ao ser humano, assisti ao pior dele.

Essa foi a minha percepção dos acontecimentos nos meus fabulosos 8 anos da minha existência na Guiné no dia 25 de Abril de 1974.

O que para mim sempre foi um mistério foi ter trazido a minha boneca negrita de farta cabeleira em carapinha e nunca tê-la posto de lado. Era um dos meus bebés chorões preferidos.

Posteriormente vivendo em Oeiras as minhas amigas nunca perceberam porque é que eu gostava tanto de brincar com uma boneca de cor, quando tinha outros bonecos lindos loirinhos de olhos azuis, mais sofisticados e Europeus.

Passado tanto tempo, décadas, agora eu presumo que foi para manter a minha ligação com África neste caso em particular com a Guiné. Uma forma de não esquecer que tinha pertencido àquele Mundo. Mundo esse onde tinha vivido e aprendido tanto, tudo tinha valido a pena com aquela experiência até chegar esse dia.

A minha boneca foi a forma que arranjei para manter o fio fino e frágil da minha inocência e da minha fé no Homem cuja corrente tinha-se fragmentado dentro de mim naquele dia tão violento.

Cuidar dela foi a forma para não sucumbir a ódios, preconceitos, discriminações e mesmo rancores.

20
Abr18

Guiné Bissau, 24 de Abril de 1974.


Beia Folques

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O meu pai é Militar e a família acompanhava-o em todas as missões. Fiz Angola, Lamego, Tavira, Guiné. Eu posso dizer que tinha o serviço militar feito aos 8 anos de idade.

Nesse dia estava na 3ª classe numa escola pública em Bissau, no mais inóspito de África. Guiné é uma África muito particular.

O primeiro confronto com aquele país foi com o clima. O clima extremamente húmido e quente, depois as estradas em bruto, os abutres que havia por toda a cidade, o batuque constante vindos das sanzalas durante a noite, os morcegos que saiam da biblioteca municipal no lusco-fusco, por fim as casas dos oficiais que eram tristemente confortáveis. Lembro-me na altura o meu pai ter sido ferido em combate. O Governador da Guiné na altura que era o General Spinola ter se disposto imediatamente em ir visitá-lo lá a casa. Para o General Spinola não ficar incomodado com a parca mobília que a nossa casa tinha (casa essa disponibilizada pelo Exército) os nosso vizinhos do lado, o agora Gen. Almeida Bruno e o Cor. Matos Gomes cederam parte da mobília da casa deles para compor a nossa, para suavizar o ambiente.

Guiné é uma África extrema. Além da guerra se desenrolar de uma forma muito violenta. Para mim tudo era intenso. Lembro-me dos voos constantes de helicópteros a caminho do hospital transportando feridos da guerra. Lembro-me de ouvir rajadas de metralhadora à noite. Uma realidade estranha.

Mas tinha coisas bastante simpáticas e curiosas. Foi o lugar em Africa que vi mais diferenças tribais. Havia dezenas de etnias negras. A diferença entre eles era tão notória que se distinguiam visualmente. Os islamitas eram bastante altos e muito magros, havia outras etnias onde a constituição física destacava-se por serem bem entroncados e fortes, havia também mais pequenos e franzinos. A forma como trajavam era bem distinta de etna para etnia. Outra diferença que me impressionou era a forma como se expressavam artisticamente. Os Muçulmanos da Guiné trabalhavam o ouro ou a prata com um requinte e sofisticação invejável a qualquer Europeu. A cidade de Bafatá podia rivalizar com a de Gondomar pois os trabalhos eram quase filigrana. Porém havia outras tribos que o que usavam como acessórios, enfeites era feito de pedra, malaquite por exemplo e a inspiração vinha da protecção, funcionavam como amuletos, artefactos mais primitivos e toscos.

A escola, essa era igual a todas as escolas que já tinha frequentado só que aqui havia crianças de outras cores. Fiz a 2ª e parte da 3ª classe na Guiné Bissau. Ser branca e católica era minoria, 90% das crianças era nativa da Guiné. Facto que para mim não era problema e para os meus pais também não. Não havia problemas de integração, lá íamos com as batas brancas, não havia mochilas de marca, nem ténis sofisticados. Tudo feliz, tudo homogéneo embora fosse a verdadeira mixórdia cultural e religiosa. O único cunho de estarmos em território Português era o cantar o hino de manhã. Aprendia, estudava, brincava, não havia insultos, “bullyIng” ou agressões verbais ou físicas.

Fora da escola brincávamos com as outras crianças nativas ou não em casa, na rua. Lembro-me de ter uma amiga a Adriana, uma Guineense grande que andava na minha escola e vivia do outro lado da rua numa cubata. Nunca senti que se interessasse pelo nosso modo de vida ou estranhasse os nossos bens quando ia lá a casa. A única coisa que ela adorava era o frigorífico e só porque a minha mãe fazia uma espécie de gelados com sumos e aquilo ia para o frigorífico solidificar. O nosso relacionamento com o nativo era fácil e natural.

Não havia nenhuma espécie de extravagâncias nem requintes nas nossas vidas neste Ultramar. Antes pelo contrário, era tudo muito minimalista como se diz agora. Havia uma livraria que recebia o Asterix, quando chegava era a minha loucura, o verdadeiro luxo.

Havia um pobre cinema, que passava uns filmes dos anos 50. O momento de maior diversão que por lá havia era o bingo na messe de oficiais. Uma vez num jogo de bingo em que fiz o cartão completo escolhi como prenda uma boneca bem negrinha com uma carapinha generosa, estava encantada com a minha nova “filha”.

Quando me vêm falar de racismo e comportamentos xenófobos dos Portugueses revolto-me pois estive lá e vivi sempre o oposto. Tanto éramos próximos que uma das recompensas num jogo realizado numa messe de oficiais era uma boneca negra e ninguém se sentiu incomodado ou agredido por tal objecto, era naturalmente aceite.

O meu pai foi ferido gravemente, duas as minhas irmãs tiveram que regressar ao Continente e ir viver com os meus avós porque estavam sempre doentes na Guiné. A vida era exigente, sofrida e dura para os meus pais. Mas nunca foi parte da equação deixar o meu pai a viver a guerra sozinho.

Aprendi a amar aquele lugar feito de tantos contrastes. Com a natureza em efervescência constante, onde tínhamos que manter os 5 sentidos sempre despertos e alertas.

Tenho saudades das trovoadas fabulosas e estrondosas que por lá aconteciam, das chuvadas violentas que largavam da terra um cheiro único, tenho saudades das cores e do cheiro dos cajueiros, de toda aquela paisagem rude e agreste, dos pântanos e das ostras. Daquele pequeno mundo onde coexistiam gentes tão diferentes. 

Essa era a minha percepção nos meus fabulosos 8 anos da minha existência na Guiné no dia 24 de Abril de 1974.

 

 

 

 

 

18
Abr18

No Reino do porreiro pá - o caso das viagens.


Beia Folques

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Logo pela manhã oiço que a figura Ferro Rodrigues tomou as dores dos deputados que se afiambraram com o dinheiro que o Governo Regional dá aos ilhéus pelas viagens de avião. Isto é o Estado reembolsa despesas acima de 134 euros para os Açorianos e no caso Madeirense acima dos 86 euros, até ao limite de 400 euros por viagem.

Pois vejamos o próprio Estado adianta 500 euros por semana sendo num total de 2000 ou mesmo 2500 euros por mês, conforme os meses aos senhores deputados para gastos com viagens. Estranho é a possibilidade de que o dinheiro ser deles mesmo que não as façam e imaginem sem necessidade de apresentar comprovativo de voo. Esta escumalha ao ter os bilhetes apresenta para reembolso. A coisa nem era escandalosa se o reembolso fosse entregue posteriormente aos cofres do Estado pois os bilhetes efectivamente foram pagos pelo próprio Estado. Mas não esta cambada de alpinistas sociais e políticos sem moral, princípios de cidadania, total ausência de respeito pelo cidadão e sem escrúpulos acha que este dinheiro é deles legitimamente.

Portanto caro cidadão, você e eu andamos a financiar alegremente a esta gente. Os nossos deputados pedem reembolso para os próprios de um gasto cuja despesa foi paga pelo Estado, dinheiro de todos nós.

Questiono o Estado ao dar dinheiro para viagens e que o fim não seja esse mesmo. É impróprio, indevido e lamentável.

Questiono o Estado por não exigir a comprovativo de compra dos bilhetes.

O Estado não está a desempenhar o seu papel ao permitir que o dinheiro público seja esbanjado sem controle pelos deputados. O próprio Estado para os senhores deputados é uma porta escancarada para as manhas e artimanhas desta fauna. Tão exigente com o resto da população e tão permissivo com quem delega o poder e que deveriam ser o exemplo. Acordem, o dinheiro que utilizam é de todos nós é para ser aplicado na causa pública.

Acho que por bem da transparência e da credibilidade dos nossos deputados e figuras do Estado esta lei seja analisada e rectificada pois peca por desleixo. Não faz sentido nem é legítimo sair do tesouro público dinheiro para pagar viagens não realizadas. Num país pobre como o nosso é uma prática escandalosa simplesmente.

Em relação a estes tristes provincianos e pobres políticos não sejam desonestos e abstenham-se de pedir um dinheiro que não é vosso. A passagem foi paga pelo erário público e lamento eu contribuo e a mim custa-me a vida e também me dói ser roubada de todas as formas e feitios por vocês. Já estou a pagar viagens, mais viagens não realizadas e a vossa ganância ainda vos leva a pedir o reembolso de um dinheiro que sai do Estado mais uma vez, que é pertença da causa pública e eu mais uma vez contribui e o fim dos meus impostos não é os vossos bolsos sem fundo privados. Tenham vergonha.

O vosso defensor já se sabe que vergonha não o assiste.

Vivemos no Reino do porreiro pá mas aborrece-me o porreiro ser só para alguns e o pá paga o desgoverno.

18
Abr18

No Reino do porreiro pá.


Beia Folques

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Somos bombardeados por notícias com toda a sorte de má governação que reina neste país. Desde o escândalo do Hospital de S. João, listas de espera para especialidade com tempo médio aproximadamente de 3 anos em algumas regiões do país assim como exames como a mamografia e outros diagnósticos inexistentes também em alguns hospitais, escolas sem condições quer de infraestruturas ou falta de pessoal, má ou deficiente manutenção das linhas de comboio, supressões e atrasos de comboios ou mesmo no metro, a degradação da ponte sobre o Tejo, ambulâncias paradas por causa da cor (?), poluidores protegidos, temos a carga fiscal mais elevada desde 1995, etc, etc. Na maioria dos casos indicados resultado de não haver dinheiro embora a página da austeridade já tenha sido virada e agora vivemos tempos de alegre e franco crescimento económico garante o Ministro Centeno.

Pelo que observo não existe o mínimo respeito pelo cidadão comum, o eleitor o contribuinte. O dinheiro que pagamos em impostos directos ou não esfuma-se nos gabinetes da Assembleia da República. Não são geridos com o fim derradeiro da coisa pública. O erário público ou tesouro público não é gasto no bem público.

Ontem li esta afirmação do Ministro da Saúde “…  “boa saúde” do SNS depende de solidez das contas públicas” e pensei quando é que este milagre irá ocorrer, será certamente algo inesperado e inaudito as contas públicas sólidas. Era preciso termos políticos com outra formação, fibra e ambição. Não aquela cambada de ávidos, esfaimados de dinheiro fácil e de falso poder com que somos brindados. Coitado do Adalberto não me parece que vá ter na sua governação um SNS sadio e digno.

E mais uma vez repito ou escrevo que a culpa não é dos nossos políticos e sim de todos nós cidadãos que não nos conseguimos articular a favor dos nossos direitos básicos, a favor da clareza e da transparência das contas públicas, a questionar a justiça que temos. Não conseguimos criar movimentos de cidadania que pressionem os nossos governantes de forma a tomarem decisões a favor do dito povo e não a pensar nas clientelas, nas negociatas, nos seus bolsos e futuros empregos. Movimentos que exijam respostas a tantas questões que as respostas não são evidentes, que denunciem práticas ilegítimas ou obscuras no meio da governação. Todas as práticas desonestas e fraudulentas tomadas pelos nossos governantes saem demasiado caras às nossas finanças e acabamos todos por estar ainda mais sufocados com a maldita carga fiscal.

O que ainda mais me incomoda e entristece é que minam a capacidade de me orgulhar de ser Portuguesa, estes políticos e toda esta política envergonha-me é tudo tão à país de 3º Mundo que me choca.

Ninguém é responsabilizado pelo empobrecimento da população, pelas condições de vida, pelo esforço exigido ao nosso povo. Enfim ninguém é responsabilizado pela gestão criminosa e danosa deste país. Um país que sofre, sujeita-se e cala com uma classe de políticos que para eles está tudo porreiro pá.

Até quando?

04
Abr18

O mundo cor-de-rosa que ficou em tons de cinzento.


Beia Folques

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Fui consumidora fiel da Hola durante décadas. Comecei a seguir semanalmente esta revista quando a Princesa Carolina do Mónaco se casou em grande estilo com um tipo meio rufia enfim um playboy foleiro, Philippe Junot. Deixei de comprar a Hola após a morte da lady Diana. Ainda hoje folheei-o uma Hola mas não com aquele interesse e prazer com que a lia antigamente pois as Casas Reais já não são o que eram. As estrelas de cinema, os artistas e cantores já não têm aquele glamour e brilho de outros tempos.

A Hola era impecável nas suas abordagens das Casas Reais Mundiais em particular com a família Real Espanhola, eram tratados com o maior respeito e carinho. Portanto segui os romances todos do Príncipe agora Rei Filipe de Espanha. "Sofri" quando a Rainha Sofia boicotou o namoro do filho com  Isabel Sartorius. Menina de sangue azul pelo pai, tinha tido uma educação num colégio católico, curso universitário nos EUA em ciências politicas e falava 4 línguas porém não era o bastante para a Rainha pois tinha umas “nódoas”: os pais eram divorciados e a mãe consumia drogas.

O namoro não foi avante. O Príncipe teve outras namoradas não tão letradas mas igualmente bonitas e até mais sofisticadas na aparência.

Casou-se precisamente com a que tinha mais lacunas no perfil de Princesa que a Rainha pretendia para o filho. Divorciada com os pais divorciados, uma vida bastante animada. Um passado Republicano e agnóstico onde ainda consta que chegou a ser detida com o seu ex-marido por posse de haxixe no México, enfim uma verdadeira Princesa. Desta vez foi o Rei D. Juan Carlos quem tentou boicotar a relação segundo o que surge nos media, a Rainha nem por isso. A Rainha Sofia pelo que se lê sempre tentou uma relação harmoniosa com a plebeia Letizia, devia ser para expiar os seus pecados pelo que aconteceu com a Isabel Sartorius

Curiosamente hoje acordo com este vídeo onde Letizia destrata pubicamente a sogra na missa de Domingo de Páscoa. Pelos vistos Letizia embora vá á missa contínua agnóstica, pois não entende o fenómeno do amor, da compaixão ou da generosidade que é necessário para viver em família e o significado do Domingo de Páscoa.

Uma Rainha não é uma “peixeira”, uma Rainha tem que respeitar quem a precedeu. Uma Rainha representa um povo, pode não ser todo o povo de Espanha que se identifique com a Monarquia mas se ainda existe uma família Real em Espanha é porque grande parte os respeitam. É um péssimo exemplo esta atitude grosseira, arrogante e rude da parte da actual Rainha para as filhas, assim como para a Sociedade em geral.

Sofia apesar de tudo foi uma Rainha irrepreensível, um exemplo de simplicidade, discrição e educação. Colocou sempre a família e Espanha em primeiro lugar, merecia outro trato da parte da nora. Esta cena foi só humilhante e ultrajante para Sofia mas acima de tudo para toda a Monarquia Espanhola.

Quando Espanha vive tempos de convulsões e o Rei deveria ser figura sólida e de consensos encontra-se a gerir uma crise familiar. Porque a egocêntrica da mulher não quer que a avó tire fotos com as netas. Um país com fracturas e uma família Real desavinda. Realmente a ocasião quer em tempo Litúrgico ou em tempo politico não podia ser mais despropositada para a birra da Rainha Letizia. O sentido de figura de Estado da Rainha Letizia é nulo deixando o actual Rei exposto e fragilizado perante todos.

Está visto que o verniz que disfarçava a falta de polimento estalou todo.

Letizia embora use sapato Stiletto o chinelo nunca saiu do seu pézinho. Por mais plástica que faça o seu lado pior é mesmo o interior e esse não existe cirurgião plástico que consiga melhorar.

Nem as 4786 amantes que o emérito Rei D. Juan Carlos teve durante a sua vida, a caça ao elefante pelo que foi tão criticado. Nem as negociatas do marido da princesa Cristina deixam a Casa Real Espanhola tão mal vista como esta má educação, má vontade e maus modos à saída da Igreja.

Felizes devem estar quem não gosta da Monarquia Espanhola pois após esta barracada pode ser que esta tenha os dias contados.

Este tipo de episódios ou acontecimentos não dignificam nem enobrecem ninguém muito menos a Monarquia.

Video, uma tensão bem Real em Palma de Maiorca 

 

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